Comecei com aquela mesma pista de carrinhos que descobrimos como se faz curvas. As crianças sempre criam suas intervenções, tiram isso, acrescentam aquilo, dobram, desdobram, tresdobram. Uma diferença que apareceu desta vez foi o uso de bolinhas e carrinhos juntos. Já há algum tempo Nicolly descobriu que se colocar bolinhas atrás do carrinho ele vai mais empurrado, pois é empurrado por elas.
Durante a proposta colocamos uma conexão T. Assim, tínhamos mais uma opção de início da pista e desafio, pois os carrinhos desciam mais rápidos por este caminho.
A brincadeira de colocar muitas bolinhas de uma vez reapareceu. Mas havia muitas bolinhas atrás de um ou dois carros, como se elas fossem atropelá-lo.
A partir dessa brincadeira, foi possível aparecer uma outra, onde ao invés de colocar muitas bolinhas ao mesmo tempo, Nicolly e Carlos colocaram muitos carros de uma só vez. Um ajudava o outro a colocar os carrinhos. Carlos segurava e Nicolly colocava-os na pista.
Colocaram todos de uma vez e soltaram. Porém perceberam que alguns ficavam para atrás, não funcionavam tão bem. Nicolly passou então a não inseri-los mais na pista.
Aldo havia me pedido algumas bolinhas. Ele passou a colocá-las em um tubo, senti-las descer e abrir a outra extremidade para vê-las. Fez isso repetidas vezes.
Por fim, quando as crianças já não estavam mais brincando com a pista, propus outra montagem colocando um salto no meio dela e colocando-a sobre a mesa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário