Começamos o dia com uma montagem para bolinhas pequenas. Aproveitei a brincadeira que Aldo fez com a luminária anteriormente. Coloquei-a sobre dois caixotes e um segmento de canaleta sob ela. Depois continuei a pista com mais alguns segmentos e conexões.
Percebi que muitas vezes a bolinha caía fora da canaleta, por isso coloquei uma conexão T sob ela e sua outra extremidade dentro do segmento. Por um lado, isso ajudou a condução da bolinha, por outro dificultou ainda mais o equilíbrio. Deixei por mais um tempo e logo tirei para colocar no chão novamente.
Aldo e Luís Felipe começaram a brincar com a luminária e as bolinhas. Eles se revezavam enquanto um colocava a bolinha, o outro olhava e observava ela cair.
Por vezes jogavam direto no buraco ou faziam um gesto circular que dava à bolinha um movimento em espiral até chegar ao centro.
Um desdobramento da brincadeira surgiu com uma mediação de Catarina. Ela jogou uma bolinha e colocou sua mão sob o buraco esperando que caísse para poder pegar. Luís e Aldo a observaram e passaram a fazer igual, mesmo que tivessem que se esticar ao máximo sob a luminária, pois não possuem um braço tão grande quanto da amiga.
Luís deixou a luminária de lado e passou a brincar novamente nas canaletas, desta vez com uma bolinha pequena de miçanga e ficou observando o movimento que ela fazia, sua velocidade e como girava dentro das conexões. Ele colocava a bolinha e corria até a conexão para vê-las dar looping dentro do tubo. Fez isso repetidas vezes. Então resolvi dar mais duas ou três bolinhas para ver o que acontecia. Luís passou a jogar todas de uma vez e elas dava voltas insanas dentro da conexão, ele corria para ver. Pedi licença uma vez para poder gravar e colocar aqui.
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