Experimentei colocar o jogo "Kablan" durante os cantos de entrada. Montei as bancadas e dispus os materiais. João Pedro imediatamente se interessou, Catarina veio logo em seguida. Começamos a brincar e propus que escolhessem mais de uma peça por vez e minha hipótese de ontem se confirmou: de que sairiam montagens mais complexas. A participação do professor também ajuda na criação e proposição de desafios de equilíbrio, com duas peças consegui provocar as crianças para uma construção onde havia equilíbrio e jogo de forças.
Tiê e Aldo também começaram a participar. Tiê topou mais os desafios da montagem que o professor e as crianças mais velhas estavam fazendo. Aldo se preocupou mais com algo estético, utilizou apenas rodinhas e todas em sequência sobre a base do caixote.
Pouco antes de acabar João disse que iria parar e logo em seguida Catarina também parou. Fiquei me questionando se o tempo de espera ainda é longo e como posso tornar o jogo mais dinâmico. Ficou apenas Tiê no jogo que logo derrubou tudo. Ajudei-o a organizar tudo na bancada ao lado e ele iniciou sua montagem individual. Ele parecia buscar alguma forma, pois me perguntava se o que ele colocou eram as rodas, em seguida o lugar de sentar, depois de um tempo me perguntou se era o nariz e a cabeça dele. Eu só acenava que sim.
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