Em seguida, sugeri que brincássemos com o mesmo jogo e elas gostaram da ideia. Problematizei dizendo que não tínhamos aqueles materiais e imediatamente as crianças me responderam que poderíamos coletar em nosso quintal e solicitá-los ao Luís Pelegrini na Marcenaria.
Foi o que fizemos. Arranjei uma caixa de papelão e buscamos alguns tocos, bolachas de cipreste, restos de cerca, galhos e pedras entorno da escola. Depois guardei a caixa e fomos até à Marcenaria, onde conversamos com Jerônimo. Expliquei a proposta a ele, e pedi alguns restos de materiais. Combinei com as crianças que poderiam escolher até três peças. Foi muito positivo ter esses materiais à disposição, pois eles já estavam pré-selecionados, todos cortados e lixados, o que facilitaria e adiantaria muito o trabalho do professor e o processo da brincadeira. As crianças escolheram rodinhas, tábuas, sarrafos, caibros todos já com um certo acabamento. De lá voltamos para a escola.
Durante o período da tarde dei uma selecionada nos materiais, pois algumas peças estavam com farpas de madeira, sujeira, poeira e terra.
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