quarta-feira, 14 de maio de 2014

Kablan | 13/05/2014

Hoje brincamos com os materiais coletados para o nosso próprio jogo Kablan. Durante a roda conversamos sobre o dia anterior, pois Catarina e Maria Heloísa estavam ausentes. Pedi às crianças que narrassem a elas os acontecimentos do dia anterior. Elas contaram que assistiram ao vídeo no computador, que as crianças brincavam uma de cada vez, e que depois saíram para coletar materiais. Primeiramente ao redor da escola e depois na marcenaria, destacando quais encontraram: pedras, cascas, galhos, paus, madeira. 
Destaquei que havia um deles que não era proveniente da natureza e eles responderam que eram as manoplas. Catarina disse que eram de plástico. Conversamos um pouco a respeito da decomposição dos materiais, de quanto tempo leva, que eles se tornam adubo.
Em seguida, dispus os materiais sobre uma bancada improvisada de tábuas e caixotes. Pedi que descrevessem eles e as crianças falaram que materiais viam. Então, passei a chamar uma criança de cada vez para escolher um material e montar uma construção sobre um outro caixote grande.





A regra que utilizamos é que quando a construção caísse, começamos novamente do zero. Os materiais retornavam para a bancada, limpávamos o caixote e reiniciávamos a brincadeira. Depois de brincarmos três vezes, as crianças começaram a dispersar e senti que já tinha esgotado o tempo das crianças para aquela proposta. Fomos então brincar no quintal, porém disse-lhes que quem quisesse poderia brincar com o jogo Kablan na área externa também.
Fomos para debaixo das mangueiras onde há duas mesas de concreto. Em uma delas dispus os materiais do jogo e a outra utilizamos para as construções.



Algumas crianças menores também brincaram. Elas não entendem tão bem a questão da regra nessa idade, mas Aldo brincou um bom tempo. Otávio também se interessou, mas queria pegar tudo e mudar as coisas de lugar, isso demandou a intervenção do professor, o que é compreensível.
Depois de brincarmos algumas vezes propus algo que na hora pensei que deveria ter sido a primeira proposta: brincar livremente com os materiais coletados, realizar construções livres a fim de conhecer e explorar cada material, suas possibilidades e limites, para posteriormente desdobrar a brincadeira. Sophia, Luis Felipe, Aldo e João Pedro realizaram diversas construções individualmente.



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