Para finalizar a sequência didática de água resolvi fazer algo que sempre tive vontade: um rio usando as canaletas. Estes canos de irrigação são usados normalmente com carros e bolinhas. Montei as canaletas e coloquei a mangueira ligada no início.
As crianças começaram a colocar as bolinhas de plástico. Como as bolinhas estavam ficando espalhadas, resolvi colocar bacias ao final do percurso, isso também fez com que houvesse uma represa onde elas podiam brincar.
Gabriel quis alterar a pressão da água com o dedo, isso fazia os objetos ganharem velocidade, descerem mais rápido pelas canaletas. Catarina, Esther e Guilherme também experimentaram controlar a pressão da mangueira.
Sentir a água correr, seu fluxo, sua força, sua intensidade.
Depois de um tempo que as crianças estavam brincando com as bolinhas, surgiram umas latas que fazem parte da casinha. Foi incrível, elas pegavam muita velocidade com a força da água. As crianças passaram então a experimentar outros materiais além das bolas de plástico.
Quase no fim da proposta, Gabriel passou a intervir no próprio percurso da água. Fez um túnel com suas pernas, observando a água passar por debaixo e chegou até beber a água vinda das canaletas. Depois alterou o curso da água, mas algumas crianças reclamaram.
Por fim, as crianças caíram n'água de roupa mesmo. No começo fiquei na dúvida se permitia ou não. Mas achei a experimentação deles muito interessante. A roupa fica muito pesada com a água, com isso, Tiê e Aldo puderem sentir o peso. Tiê dizia que era um astronauta, ele andava com movimento largos e lentos.
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